A “economia do amor-próprio” está transformando o Dia dos Namorados de uma data para presentear os outros em uma ocasião para se recompensar e consumir de forma mais prática.
老黄, o Dia dos Namorados está chegando. Você percebeu? Este ano muita gente não está dando presentes ao parceiro, mas escolhendo «爱你老己» e comprando algo para si mesma.
Percebi sim. A proporção de solteiros que compram para si é alta, e até os casados valorizam mais a «praticidade» e as «experiências», não apenas rosas e chocolates.
Do ponto de vista do marketing, é claro: está cada vez mais difícil justificar o preço premium de flores e joias, enquanto jogos, cuidados com a pele e equipamentos esportivos vendem de forma mais estável.
Isso tem a ver com a mudança na mentalidade de consumo. Com tanta pressão, as pessoas preferem gastar com o que «me torna melhor» em vez de serem levadas pelo ritual da data.
Mas isso não é muito favorável para as marcas. A economia das datas comemorativas depende de picos de vendas, e o consumo voltado para si é frequente e disperso, o que dificulta aumentar as vendas em um único dia.
Não necessariamente. Se eventos urbanos, turismo cultural e restaurantes transformarem a «recompensa pessoal» em uma experiência, podem atrair as pessoas a sair e consumir.
Resumindo, parem de dizer «é preciso presentear o parceiro» e passem a dizer «você merece», além de oferecer produtos sólidos para gerar conversão.
Sim, talvez o significado da data esteja mudando: de provar algo aos outros para ser mais honesto consigo mesmo e com os relacionamentos.
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