O controle e o dano em nome do amor levam um casal a refletir sobre os relacionamentos íntimos.
花, você viu a tragédia em Guizhou? Um pai usar o ‘amor’ como justificativa para machucar é de gelar o coração.
Eu vi, e fiquei tão triste que não consegui dormir a noite inteira. O chamado ‘amor’, quando vem com controle e posse, já não é amor.
Pois é. Até os responsáveis pela investigação disseram que o verdadeiro amor é valorizar a companhia quando se pode estar junto e respeitar a escolha do outro quando não se pode, e não tomar atitudes extremas.
Nesse caso, muitos sinais de perigo estiveram presentes o tempo todo: violência doméstica, jogo, ameaças… mas nem a família nem o sistema ofereceram proteção a tempo.
Isso também me faz refletir. O período de reflexão antes do divórcio foi criado para acalmar as emoções, mas para famílias com risco de violência pode acabar sendo um período perigoso.
Acho que a sociedade também precisa despertar mais. Não devemos mais aconselhar ‘aguentar pelos filhos’. Às vezes, aguentar não é amor, mas empurrar alguém para o abismo.
Certo. O amor verdadeiro se baseia no respeito e na igualdade, não em tratar o outro como propriedade privada. Quanto mais íntima a relação, mais importantes são os limites.
O desfecho dessa história é pesado demais, mas nos lembra que expressar amor exige calor humano e responsabilidade, e não um ‘amor falso’ embalado em emoção e violência.
Que tragédias assim se tornem cada vez mais raras, e que todos aprendam, nos relacionamentos, a pedir ajuda, dizer não e interromper a tempo. O amor não é tudo — a vida é mais importante.
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