Mestre e discípula discutem a dispersão do manuscrito de seda de Chu para o exterior e a questão da propriedade cultural.
Mestre, você viu a reportagem da CCTV? Foi divulgada recentemente uma carta importante — uma cobrança escrita por Cai Jixiang a Ke Qiang na época, que serve como prova essencial de como o Manuscrito de Seda de Chu foi parar nos Estados Unidos.
O Manuscrito de Seda de Chu... um tesouro inestimável do período dos Reinos Combatentes. Não apenas registra mitologia e numerologia antigas, como também é considerado a origem da arte de encadernação chinesa. Sua perda é uma verdadeira dor nacional.
É realmente comovente. Saqueado em 1942, levado para os EUA por Ke Qiang em 1946 e depois guardado nos arquivos da Universidade de Chicago e na Fundação Sackler — uma longa jornada de desenraizamento.
Não é apenas a história de um artefato errante. É um exemplo marcante do saque do patrimônio cultural chinês na era moderna. Cada dobra e marca nesse manuscrito é uma cicatriz da história.
A comunidade acadêmica está pedindo sua devolução. O senhor acha que desta vez haverá progresso real?
Depende de muitos fatores. A repatriação de artefatos culturais do exterior é sempre um processo demorado. Requer sinceridade das instituições estrangeiras e habilidade diplomática por parte dos nossos órgãos culturais. Mas uma coisa é certa — as raízes culturais devem retornar ao seu solo de origem.
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