Pais temem distrações e riscos à segurança; o Diário do Povo sugere gerir os relógios-telefone por categorias.
Hua, viu a notícia? Muitos pais discutem se as crianças podem levar relógio-telefone para a escola.
Vi. O Diário do Povo disse que não é simplesmente ‘proibir’ ou ‘permitir’, e sim fazer uma gestão por categorias.
Alguns relógios têm funções demais—vídeos, jogos—e as crianças usam escondido na aula; isso atrapalha os estudos.
Mas há pais que dizem que, em momentos críticos, o relógio garante a segurança. Se a criança se perder, com localização e chamada dá para encontrá-la.
Portanto, o ponto-chave não é o relógio em si, mas a forma de gestão. Se a escola adotar uma regra única para todos, só aumenta a ansiedade dos pais.
Sim. Algumas escolas fazem bem: ao chegar, os alunos entregam o relógio ao professor e, na saída, pegam de volta.
Os fabricantes também devem assumir responsabilidade: parar de encher de funções de entretenimento e voltar ao propósito original—uma ferramenta de segurança.
Isso nos lembra que família, escola e sociedade precisam atuar juntas: garantir a segurança das crianças e, ao mesmo tempo, ajudá-las a focar nos estudos.
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